sexta-feira, 15 de março de 2013



Nessa sem cor melodia




Enganou-se, planejou-se, sonhou-se e se acreditou que em um futuro ocorreria o imaginar no perfeito aplainado pensamento, 
Como poderia saber na mudança de um planeta a outra esfera?
Como se o impacto não fizesse efeito, à vida seguiu, e no regimento de sentimentos carregava sem cor obscuro dentro do caixão,
o que se enganou, planejou-se, sonhou-se, acreditou-se.
No amanhecer de todo dia e no subir de cada lua um pensamento levava sentimentos em alma aos céus pro seu devido lugar,
Aquilo que aos poucos ia se despedindo olhava ao subir com os olhos cheios de água com a mão estendida sem querer ir sabendo que teria de ser assim, de acordo com a sinfonia do tempo naquela lenta canção de instrumentos afinados bem treinados como se já estivessem preparados para aquela orquestra, cumpria sua obrigação o tempo cumpria sua melodia.